| |
|
*
Fraco ** Irregular *** Bom ****
Ótimo ***** Obra-Prima
 MPB Meu
Nome É Brasil ****
 MORAES
MOREIRA
Em ótima forma
como compositor, Moraes Moreira costura nas cordas suingantes
de seu violão samba (Violão Cidadão), balada
(Minha Pérola), xote (Indagações
de um Analfabeto) e choro (Choro Novo)
– ritmos dos vários brasis. A leitura de
Trem das Onze, com Arnaldo Antunes, é
inusitada e modernosa.
 ROCK Alive
IV 2-28-03 ***
 KISS
Na
ativa desde 1974, o Kiss ainda é alvo de devoção na cena
metaleira. Gravado em fevereiro na Austrália, com
orquestra sinfônica, este disco é o quarto ao vivo da banda. Reúne
21 músicas, incluindo hits do grupo americano – como a
infalível Rock and Roll All Nite. O CD é
bom, mas o tempero sinfônico já virou
moda...
 MPB Disco
de Ouro ***
ÂNGELA
MARIA
Em
que pese o título infeliz, típico de coletânea, este disco
traz gravações inéditas de Ângela Maria. Com seu estilo
conservador, a voz da era do rádio canta músicas de Lulu Santos
(Como uma Onda), Eduardo Gudin
(Paulista), Luiz Melodia (Dores
de Amores) e Peninha (Sozinho). O
CD soa antigo, mas coerente com a diva.
 METAL Black
Sabbath (Reedição) *****
 BLACK
SABBATH
Este
primeiro e magistral disco do Black Sabbath é o maior destaque do
pacote de oito títulos gravados pelo grupo inglês, nos anos
70, e repostos em catálogo este mês, via BMG. Sabbath ajudou a
formatar o rock rotulado de heavy metal com este disco de
1970. Macabro, mas poderoso, o som fez (e faz)
escola.
 MPB Minha
Praia ***
ZÉ
RENATO
Zé
Renato é melhor cantor do que compositor. Após ótimos discos de
intérprete, ele investe em irregular repertório autoral e
apresenta, com belo tratamento acústico, parcerias com
Arnaldo Antunes (Insônia) e Paulo César Pinheiro
(Andorinha). Só que nenhuma é tão linda
como Anima ou Toada, recriadas no
CD.
 SAMBA Um
Ser de Luz – Saudação a Clara Nunes ***
 VÁRIOS
CANTORES
Este
tributo a Clara Nunes peca pelo elenco irregular, que
inclui o grupo Falamansa, cria da gravadora (Deck Disc) que
põe o CD nas lojas. Mas o disco é bonito, no geral, por conta
dos arranjos do produtor Paulão 7 Cordas. Ninguém
canta o irretocável repertório de Clara Nunes como ela,
mas Mônica Salmaso (Alvorecer) e Renato Braz
(Nação) fazem bonito.
 RAP Doggystyle ****
 SNOOP
DOGGY DOGG
Este CD é um dos destaques do pacote de
reedições da Trama, que está repondo em catálogo, no mercado
brasileiro, álbuns do selo Death Row que fizeram história no rap
americano. Trata-se do primeiro disco solo de Snoop Doggy Dogg.
Produzido por Dr. Dre em 1993, o disco destacou sucessos como Who
Am I? (What's my Name?), Gin & Juice e Murder was
the Case. Resiste ao tempo.
 CANÇÃO
AMERICANA North ****
 ELVIS
COSTELLO
Elvis Costello se aventura, com êxito, pelo
universo da canção americana dos anos 40 e 50. O material é inédito,
mas é como se tivesse sido composto por ele nos anos dourados da
Broadway. O tratamento orquestral das músicas é refinado e valoriza
o rico material autoral. Enfim, um ótimo CD, embora não tão sublime
quanto os álbuns gravados por Costello com Burt Bacharach e com a
cantora erudita Anne Sofie Von Otter.
 MPB E-Collection
Raul Seixas ***
 RAUL
SEIXAS
O
melhor de Raul Seixas está no arquivo da Universal. A fase do cantor
na Warner já foi mais irregular, mas o mérito desta coletânea dupla
são raridades como o samba Trambique, parceria de João
Roberto Kelly e Adilson Manhães gravada por Raul para a trilha da
novela O Rebu. Da mesma trilha, de 1975, o CD traz a versão
original de Como Vovó Já Dizia. Feita no estúdio de uma
rádio, a rara regravação de Rock das Aranhas, de 1989, é bem
jocosa e traz a participação de Marcelo Nova.
 BOSSA NOVA
/POP Eu
e Cris ***
 ROBERTO
MENESCAL E CRIS DELANNO
Roberto
Menescal entrou com os arranjos e com a guitarra semi-acústica. Cris
Dellano, com a voz. Juntos, os dois apresentam um repertório de 11
músicas, incluindo Eu e a Música, composta há anos por
Menescal com Aldir Blanc para homenagear a cantora. Uma atmosfera
bossa-novista permeia o agradável disco, mas o repertório roça os
terrenos do jazz e do pop. A bossa, no caso, é pouco
ortodoxa.
|
|
| |
| |
|
|
|
Volta do
malandro
Trilha
da remontagem da ‘Ópera’ motiva reedições dos três discos
anteriores
Eis o malandro na praça e nas lojas outra
vez! A praça é a Tiradentes, no Centro do Rio, onde a remontagem da
Ópera do Malandro está em cartaz, com casa sempre lotada. A
trilha da peça sai esta semana – em CD gravado ao vivo no Teatro
Carlos Gomes, em agosto, e editado pela gravadora Biscoito Fino – e
motivou a volta do malandro às lojas. Na carona do sucesso da
remontagem, a Universal está repondo em catálogo os três discos
anteriores calcados no genial repertório composto por Chico
Buarque para sua adaptação de A
Ópera dos Três Vinténs – criada por Bertolt Brecht
em 1928 com base na Ópera dos
Mendigos, escrita por John Gay em 1728.
A trilha da montagem original da
Ópera do Malandro, lançada em 1979
em álbum duplo, permanece imbatível, mas as versões do
musical de Charles Möeller e Cláudio Botelho honram a obra de
Chico Buarque e superam as versões do filme de Ruy Guerra, cuja
trilha (irregular) saiu em 1986, com interpretações de Edson
Celulari, Elba Ramalho, Cláudia Ohana e Ney Latorraca. Já o disco
Malandro – editado em
1985, com outras versões das músicas compostas por Chico
especialmente para o filme – merece ser conferido por trazer
adequadas interpretações de Gal Costa (O Último Blues), Ney Matogrosso
(Las Muchachas de
Copacabana), Paulinho da Viola (Aquela Mulher) e do próprio Chico (A Volta do Malandro).
Alessandra Maestrini (à esquerda),
Alexandre Schumacher e Soraya Ravenle cantam na trilha, gravada ao
vivo
A trilha da remontagem leva a vantagem de agregar ao
repertório original dos anos 70 as melhores músicas feitas
posteriormente por Chico para o filme – casos de Palavra de Mulher (interpretada com
dramaticidade pela atriz Alessandra Maestrini) e da já citada
A Volta do Malandro. Produzido por
Vinícius França, o disco reúne os 19 números da peça.
A idéia inicial era gravar em estúdio os
números do músical. Foram até feitas algumas sessões de gravação,
mas logo optou-se, felizmente, pela gravação ao vivo, que conserva a
vivacidade do palco. O CD é caloroso, especialmente nos números
coletivos.
As músicas de Chico Buarque põem qualquer intérprete
na cara do gol pelo entrosamento perfeito das melodias com as letras
teatrais. Mas cabe ressaltar o mérito da arranjadora Liliane
Secco, que soube valorizar o rico material que tinha em mãos,
com o auxílio luxuoso da orquestra regida por André Luís Góes. O
arranjo vocal de Homenagem ao
Malandro já vale o CD, por exemplo.
No elenco, a superioridade vocal das atrizes salta aos
ouvidos. Lucinha Lins, Soraya Ravenle (intérprete de Teresinha e de O
Casamento dos Pequenos Burgueses, em duo com Alexandre
Schumacher), Alessandra Maestrini (o destaque maior por sua
dilacerante Palavra de Mulher) e
Sabrina Korgut (intérprete de Folhetim
com acento nordestino) brilham e mostram que a obra de
Chico é mesmo moldada para vozes femininas. Aliás, viva Chico! – o
maior gênio da cena brasileira.

|

CHICO EM DVD
Chico
Buarque (foto) lançará CD de inéditas somente em
2004, mas seu segundo DVD chega às lojas, via BMG,
em novembro (o primeiro trouxe a gravação do
último show do cantor, As
Cidades). Chico ou o País da
Delicadeza Perdida registra o raro
documentário produzido na França por Walter Salles, em
1989, para a VídeoFilmes. No DVD, Chico canta músicas
como Chega de Saudade, Rio 42,
Baticum, Eu Quero um
Samba, Morro Dois Irmãos
e Brejo da Cruz -
números extraídos de shows do cantor.
Na época
da produção do documentário, Chico Buarque fazia alguns shows
em Paris. Vários números musicais do filme são oriundos dessa
temporada francesa - já eternizada no disco Chico Buarque ao Vivo Paris - Le
Zenith, editado em 1990. Mas o documentário, em si,
é pouco conhecido pelo público brasileiro.
DUETO - Calcado
na percussão do candomblé, o CD Mares Profundos – em que Virgínia
Rodrigues (foto) recria os afro-sambas de Baden Powell e
Vinicius de Moraes – traz Caetano Veloso na faixa
Labareda. Já lançado nos EUA, o disco sairá ano que vem
no Brasil.
Produzido
pelo violonista Luiz Brasil, com direção artística de Caetano
Veloso, o CD Mares Profundos é o terceiro trabalho da baiana
Virgínia Rodrigues. Berimbau, Canto de Ossanha, Lapinha, Tempo de
Amor, Canto da Pedra Preta e
Lamento de Exu são alguns dos
afro-sambas recriados pela cantora no álbum. As fotos da capa
e encarte são assinadas por Mário Cravo Neto, que usou a Bahia
como cenário. Numa das fotos, Virgínia Rodrigues segura um
espelho, numa alusão a Yemanjá.
ZOLI SEM LIMITE -
Nem
bem lançou DVD e CD ao vivo, Cláudio Zoli (foto) volta
às lojas com disco de inéditas, Sem Limite no Paraíso. No repertório
de dez músicas, há as parcerias inaugurais do cantor com
Nelson Motta (Dance Comigo e
Silêncio e Sombras) e
regravações de Criminoso
Sutil e Amar Até
Morrer, do repertório do próprio Zoli. Fábio
Fonseca é o produtor do CD.
O quarto disco de Cláudio
Zoli na gravadora Trama chega às lojas em 3 de novembro. Paraíso - a faixa que inspirou o
título Sem Limite no Paraíso
e que puxa o CD - já foi disponibilizada na
internet, na página da gravadora (http://www.trama.com.br/).
VOZ DE THALMA -
A Voz do Coração, parceria de Celso
Fonseca e Ronaldo Bastos, é uma das seis músicas
gravadas por Thalma de Freitas (foto) em CD produzido
para o selo Cardume. A cantora e atriz grava repertório do
grupo Acabou la Tequila (Tranqüilo, de Kassin) e canta
Samba Taí (Seu
Jorge), Doce de Côco
(choro de Jacob do Bandolim), Beija-me e Não
Tem Nada, Não.
Não Tem Nada, Não é uma
parceria de Marcos Valle com João Donato, gravada por Valle em
1973 em seu disco Previsão do
Tempo. Já o samba Beija-me, de autoria de Roberto Martins e
Mário Rossi, ganhou gravações de Lúcio Alves, Roberto Silva e
Elza Soares, entre fins dos anos 50 e início dos 60.
O selo
Cardume está sendo comandado por Bruno Levinson, em parceria
com a gravadora multinacional EMI. A idéia é lançar EPs
(discos de seis ou sete faixas) para testar o potencial de
artistas novos no mercado. O disco de Thalma de Freitas foi
gravado no Rio de Janeiro, no estúdio Monoaural, com um trio
de músicos virtuosos formado pelo baterista Wilson das Neves,
o pianista Laércio de Freitas (pai da cantora) e pelo baixista
Bebeto, do Tamba Trio.
CAÊ
GRAVA KURT -
Caetano
Veloso incluiu música do grupo Nirvana, Come as You Are, em seu CD de clássicos
americanos. A música de Kurt Cobain foi lançada em
Nevermind, segundo
e histórico álbum da banda.
NAÇÃO
DE ELZA -
Elza
Soares regrava Computadores Fazem
Arte, música lançada pela Nação Zumbi, em novo CD. Elza
vai do samba (Lata
d’Água, Volta por
Cima e Opinião) ao pop
de Nando Reis (Concórdia).
O BAÚ
DO RAUL -
Versão
ao vivo de Rock das Aranhas,
gravada em 1989 com Marcelo Nova, é uma das raridades
da coletânea dedicada a Raul Seixas na série
E-Collection. Há
músicas feitas para a novela O
Rebu. (Confira crítica nos lançamentos ao
lado)
TUDO VIRA
AXÉ -
O
novo CD do Harmonia do Samba traz Reluz, hit de Marcos Sabino nos
anos 80. Já o Jammil e uma Noites ataca de
Have You Ever Seen the
Rain? (Creedence Clearwater Revival)
em disco ao vivo.
TRIBUTO
-
Músico
que já tocou com cantoras como Maria Bethânia e Marisa
Monte, o violonista e guitarrista Fernando Caneca
prepara tributo a Canhoto da Paraíba.
SOLO
-
Novamente
fora da banda Cheiro de Amor, Márcia Freire planeja gravar
disco ao vivo este ano, em Salvador (BA). O
repertório incluirá a inédita De Manha.
REI -
Pelo
cronograma da gravadora Sony Music, o novo CD de Roberto
Carlos vai dia 27 para a fábrica, em Manaus (AM). Deve
sair entre 14 e 16 de novembro.
SINAL
-
E
por falar na Sony, o Cidade Negra propôs a gravação de
novo CD de repertório inédito (já pronto), mas ainda não
obteve sinal verde para entrar em estúdio.
NO
FORNO
#
Miúcha
finalizou seu tributo a Vinicius de Moraes com a participação
do violonista Yamandú Costa na Valsa
de Euridíce.
#
Maria
Alcina volta ao mercado até o fim do ano em CD gravado com o
grupo Bojo, de música eletrônica.
#
Gilberto
Gil também está na trilha de Celebridade, com gravação de
Com que Roupa?, de Noel
Rosa.
>>> Envie críticas e
sugestões para esta coluna:
colunaestudio@ig.com.br
|
 |
Ney
Matogrosso (no canto à direita) grava
disco com o grupo Pedro Luís e a Parede,
com músicas de Itamar Assumpção, Luli
& Lucina, Jackson do Pandeiro e de
Martinho da Vila
NEY JÁ
GRAVA CD COM PEDRO LUÍS
Ney
Matogrosso canta duas parcerias de Itamar Assumpção com Alzira
Espíndola (Transpiração e
Finalmente) no CD que grava
com Pedro Luís e a Parede. A turma incursiona pelos
repertórios de Jackson do Pandeiro (A Ordem É Samba), Martinho da Vila
(Disritmia) e apresenta o
compositor Antonio Saraiva (Vagabundo). Ney regrava
Assim Assado e Napoleão, mas excluiu Sangue Latino do CD.
Produzido
por Matau e João Mário Linhares, o disco começou a ser gravado
na semana passada, no Rio de Janeiro. O repertório ainda está
sendo delineado, mas deverá incluir uma parceria de Pedro Luís
com o poeta Gilberto Mendonça Telles e uma música da carioca
Suely Mesquita. Os compositores Moska, Lenine e Gabriel O
Pensador já estão fazendo músicas especialmente para o disco,
cujo lançamento está previsto para março ou abril.
Sucesso do
disco de estréia do grupo Secos & Molhados, Sangue Latino foi a primeira música
pensada por Ney para seu projeto com Pedro Luís, mas acabou
ficando de fora por conta da inclusão de
Assim Assado (outra canção do histórico álbum) e de
Napoleão, parceria de Luli &
Lucina já gravada por Ney no disco Sujeito Estranho. O cantor
preferiu priorizar as músicas inéditas em sua voz e, por isso,
propôs a Pedro a regravação do samba Disritmia, clássico do repertório de
Martinho da Vila, lançado em 1974.
EXCLUSIVAS PARA O DIA ONLINE
Livro
reconstitui o longo caminho fonográfico dos
Paralamas

Toda a
trajetória fonográfica do trio Paralamas do Sucesso - da
estréia com o adolescente Cinema
Mudo (1983) até o melancólico Longo Caminho (2002) - foi
reconstituída pelo jornalista Jamari França na biografia
autorizada do grupo carioca, Vamo Batê
Lata, lançada este mês pela Editora 34. O livro
conta a história de cada disco da banda, detalhando a gênese
de álbuns como o revolucionário
Selvagem? (1986) e o desprezado Severino (1994). Há reproduções de
trechos de críticas e entrevistas.
Caetano no CD e DVD de Mart'nália
Mart'nália
gravou DVD e CD ao vivo em show na casa carioca Olimpo, na
noite de quinta-feira, 16 de outubro. Antes, à tarde, Caetano
Veloso gravou dueto com ela em Pé do meu
Samba, música composta por ele para a cantora e que deu
título ao disco anterior de Mart'nália. Durante o show, a
artista cantou com Djavan (na inédita Celeuma e no clássico samba-canção Molambo), Zélia Duncan (na inédita Bendita), Moska, Celso Fonseca e Martinho
da Vila.
E por
falar em Caetano...
E por falar em Caetano Veloso,
a obra do cantor foi escolhida para gerar o primeiro DVD-Áudio
da gravadora Universal no mercado brasileiro. Já editado como
bônus da caixa Todo Caetano,
lançada no fim de 2002, o DVD-Áudio chega esta semana às
lojas, de forma avulsa, e é compatível com os aparelhos
convencionais de DVD. As 20 músicas foram escolhidas pelos fãs
em votação na internet, entre o repertório de Caetano Veloso,
e constituem um best of do cantor baiano. Além de as músicas
serem ouvidas com a tecnologia 5.1, o DVD-áudio permite a
visualização das letras.
Simonal
na caixa
Embora já
tenha relançado em CD (de forma dispersa) alguns discos da
fase áurea de Wilson Simonal, a gravadora EMI planeja reeditar
numa caixa todos os discos do cantor pertencentes ao seu
acervo. As negociações já começaram com Wilson Simoninha,
filho de Simonal.
Schumann por Nelson Freire
O pianista
Nelson Freire está lançando, pelo selo Decca, disco
inteiramente dedicado ao repertório do compositor alemão
Robert Schumann (1810-1856). Freire interpreta os temas Carnaval (uma das obras mais conhecidas
do autor romântico), Papillons,
Kinderszenen e Arabeske.
Donato no universo erudito
João
Donato entra no universo erudito com o CD Amazonas - Um Poema Sinfônico,
gravado ao vivo em 21 de setembro de 2001 no Teatro Amazonas.
O tema que dá título ao disco reúne nove movimentos
orquestrados por Láercio de Freitas e inclui fragmentos de
Lugar Comum e Amazonas, dois standards do repertório de
Donato, que divide a autoria do projeto com o músico Everardo
Castro. O álbum deverá ser lançado comercialmente em
2004.
Shows feitos em 1975 pela nata da
MPB vão virar CD
A
gravadora Dabliú vai lançar em CD a gravação dos shows feitos
em 1975 por vários astros da MPB para arrecadar fundos para a
Sombrás, entidade criada pelo compositor Gutemberg Guarabyra
para defender os compositores na luta pelos direitos autorais.
O acervo de Guarabyra reúne 20 horas de gravações ao vivo com
shows realizados no Teatro Casa Grande (RJ) por nomes como
Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Simone, Beth Carvalho, Gal
Costa, João Bosco, Alceu Valença, Fafá de Belém, Ivan Lins,
Milton Nascimento, Luiz Melodia, Gonzaguinha e Edu Lobo, entre
outros artistas. As fitas já estão sendo recuperadas -
paralelamente às negociações com os cantores e compositores
envolvidos no projeto - para que possam sair em CD em
2004.
Versão
masculina do Rouge, o quinteto BR'OZ estréia em
disco
Versão
masculina do grupo Rouge, o quinteto BR'OZ saiu do programa
Popstars, do SBT, com seu
primeiro CD já entre as prioridades da gravadora Sony Music.
Produzido por Rick Bonadio, autor de quatro faixas, o disco
traz músicas como Prometida (versão
de sucesso do colombiano Carlos Vives), Tudo o que Você Quiser e uma versão de
Rock me Amadeus, hit de Falco nos
anos 80. O Rouge participa de uma das faixas. O BR'OZ é
formado por André, Filipe, Jhean, Matheus e Oscar.
Daniel
em (outro) CD ao vivo
O cantor
sertanejo-romântico Daniel já está com novo show no mercado -
Os Mandamentos do Amor,
dirigido por Ricardo Feghali, músico do grupo Roupa Nova - mas
a gravadora Warner Music ainda aposta no espetáculo anterior
do artista e está lançando esta semana o CD Vinte Anos de Carreira ao Vivo.
Detalhe: Daniel já lançou há dois anos um outro álbum ao vivo,
duplo.
Sabatella lança CD místico com Marcus
Viana
Cada vez
mais dedicada à música, a atriz Letícia Sabatella está
lançando o CD Poemas Místicos do
Oriente, gravado com Marcus Viana e editado pelo
selo do músico, Sonhos & Sons.
|
| |
|
|
|
| |
|
| |
| |
|

Moda Nova (Caipira Pop) - Vários grupos
Este inusitado pau-de-sebo (coletânea com artistas
novos) tempera a genuína música sertaneja com elementos eletrônicos
e outras modernidades do universo pop. O disco reúne grupos do
Estado de São Paulo, apresentando Caboclada, Dioni Zica, Fulanos de
Tal, Matuto Moderno, Mercado de Peixe e Sacicrioulo. A sonoridade é
inusitada. Não se trata de um pastiche do sertanejo, mas de um
reprocessamento das matrizes da boa música caipira com linguagem
contemporânea.
>> Ouça
em Real Player :
Vida
Indigna (Dioni Zica)
Viola
Cósmica (Matuto Moderno)
Catirada 2
(Fulanos de Tal)

A
inclusão de Deus lhe Pague no quinto CD do Rappa. O grupo
acertou ao regravar este clássico do repertório de
Chico Buarque. Afinal, o próximo álbum do Rappa é o primeiro
sem Marcelo Yuka. Os versos de Chico amenizarão a
falta de Yuka. É uma bela idéia!

O
dueto de Alexandre Pires com Rod Stewart. A faixa
Don’t Get Around Much Anymore acabou ficando de
fora do novo CD do cantor inglês. Idéia dos diretores do
grupo BMG, o dueto não deve ter caído no agrado de Rod. Mas
foi gravado...
1
MTV ao Vivo
Jota
Quest 2
Maria
Rita Maria
Rita 3 Mulheres
Apaixonadas 2 Vários – Trilha Sonora 4
Malhação Vários
– Trilha Sonora 5 Zezé Di Camargo &
Luciano Zezé Di Camargo &
Luciano
FONTE: SUCESSO CD + DVD

A
novidade é a entrada do novo disco de Zezé Di Camargo & Luciano,
que saltou do 41º lugar para a quinta posição na lista dos CDs mais
vendidos em todo o Brasil. O CD atrasou por questões
industriais e chegou antes nos camelôs, mas já vende
bem.

Kelly
Key ao Vivo Kelly Key
Este
DVD prima pelo conteúdo farto – necessário, pois Kelly Key já
não dá as cartas no mercado como no ano passado. Além
do show propriamente dito, o DVD traz clipes
(Baba, Anjo, Adoleta e
Cachorrinho), entrevista, um poster,
making-of e dois hits infantis de bônus. Só para
fãs..

Singles
93 – 03 The Chemical
Brothers
O
DVD da dupla inglesa (atuante na cena eletrônica) sai no Brasil
simultaneamente com o disco homônimo e reúne clipes (Life
Is Sweet, Elektrobank e Out of Control, entre
outros) e registros ao vivo, captados em shows realizados entre 1997
e 2002. O material é excelente.
|
|
| |